terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Meus mundos
Que desastre! Que confusão! Eu tenho tantos lados que acabo não sabendo quem sou: um lado divino – dizem que tenho; um lado animal, irracional e incompreendido; um desejando suicidar-se por achar que faz tudo errado; um desejando apenas amar e ser livre – e ser amado; um calmo e sereno; um agitado e baladeiro; um ébrio; um afogado na mágoa de não viver intensamente; um feliz por ter amigos (ombros a se apoiar); um com vontade de gritar ao mundo toda a verdade (encontrei o meu amor!); um louco pra mudar o mundo; um que quer apenas ficar deitado na cama sonhando, ou sentado na cadeira escrevendo poesia;um narcisista; um que se acha tão imperfeito e indigno que não sabe onde esconder a cara; um que não joga lixo no chão e repreende quem o faz; um com uma tola consciência de um adolescente que quer somente andar por aí com seu all star e cabelos duros pra cima feito louco, em busca de uma felicidade; um insurgente funcionário de uma empresa privada sempre criticado inocentemente por um de seus chefes; um sonhador; um que só pede um abraço, um simples abraço, pra ver se o dia corre mais rápido e sem traumas; um sem noção do que faz na terra; um que tem certeza de que nasceu pra fazer história; um que já morreu e espera que o ressuscitem (não é blasfêmia, por favor...); um que conta os dias para o fim do ano; um que suspira ao ver no passado lembranças magníficas; um que acredita ter nascido no lugar e época errados, mas que convive com as pessoas certas; um que acredita no fim perfeito; um que acha que ainda se está no começo; um que sempre ambicionou um grande futuro, mas não sabe se o terá; um que deseja simplesmente andar de mãos dadas, mesmo que debaixo do escaldante sol do meio-dia; um que se emociona facilmente com uma linda música; um que não derrama uma só lágrima (não sei porquê), mesmo em algumas situações dramáticas, embora mostre envergonhados olhos lacrimejantes; um dependente de muitas coisas; um livre de qualquer vício; um que erra, e erra muito, quebra a cara, mas acaba aprendendo; um rebelde, revoltado pelas desgraças da vida; um agradecido profundamente por tantas graças recebidas; um lado vivo, um lado morto, um lado que espera ressurreição, e outro que acabou de nascer...
domingo, 10 de dezembro de 2006
Morrer ou não morrer...
Morrer. O que isso quer dizer?
Morrer. A morte é tão inevitável, não é?
É tão complexa. É tão triste.
Sufoca os pensamentos bons e afoga a felicidade. Acho que é isso.
Hoje comecei a pensar mais que antes sobre isso. Morreu um tio meu, mas (caramba!), não to nem tão triste por causa disso, afinal, nem tive grandes contatos com ele. Fico tocado, mas é não algo que me leve a chorar.
No entanto isso me leva a pensar: e se eu morresse?
Será que eu faria falta a alguém? Talvez a algumas pessoas. Talvez a mais que algumas. Mas não sei se todos que me fariam falta sentiriam essa falta de mim. Pois ainda chove lá fora, comigo por perto ou longe, comigo presente ou não, comigo vivo ou morto.
Ainda chove lá fora. Tenho medo de ir embora e não mais ver aqueles que sinto falta, aqueles que fazem todo a diferença em minha vida. Tudo que eu queria agora era poder abraçar essas pessoas, já que não sei se amanhã, ou hoje mesmo, ou ano que vem, quem sabe, estarei aqui, ou se estarei ali, ou lá.
Onde estarei? Não sei. Outra coisa: não posso estar em todo instante com todos, mas queria, por isso tento reservar um momento pra cada um. E acontecem imprevistos.
Há uns bons, as surpresas, mas há outros que nos deixam tão tristes, não acha? Aconteceram tantos imprevistos ultimamente. Mas não vou lamentar tanto, porque se o fizer ficarei ainda pior.
O que eu queria é sentir teu rosto tocando meu rosto. Você sabe. E os dias vão passando. E eu vou pensando. E vou tentando saber se a morte é libertar minha alma, ou é deixar de existir. Se é perder tudo aquilo que conquistei, ou se é nunca mais poder buscar o que não busquei ainda. Se é um dia encontrar com você num lugar infinito, ou se é me perder de vez.
orrer ou não morrer: eis a questão!
Mas ainda digo: tenho tantos planos que morrer talvez seja difícil agora.
Difícil de me entender, né?
Morrer. A morte é tão inevitável, não é?
É tão complexa. É tão triste.
Sufoca os pensamentos bons e afoga a felicidade. Acho que é isso.
Hoje comecei a pensar mais que antes sobre isso. Morreu um tio meu, mas (caramba!), não to nem tão triste por causa disso, afinal, nem tive grandes contatos com ele. Fico tocado, mas é não algo que me leve a chorar.
No entanto isso me leva a pensar: e se eu morresse?
Será que eu faria falta a alguém? Talvez a algumas pessoas. Talvez a mais que algumas. Mas não sei se todos que me fariam falta sentiriam essa falta de mim. Pois ainda chove lá fora, comigo por perto ou longe, comigo presente ou não, comigo vivo ou morto.
Ainda chove lá fora. Tenho medo de ir embora e não mais ver aqueles que sinto falta, aqueles que fazem todo a diferença em minha vida. Tudo que eu queria agora era poder abraçar essas pessoas, já que não sei se amanhã, ou hoje mesmo, ou ano que vem, quem sabe, estarei aqui, ou se estarei ali, ou lá.
Onde estarei? Não sei. Outra coisa: não posso estar em todo instante com todos, mas queria, por isso tento reservar um momento pra cada um. E acontecem imprevistos.
Há uns bons, as surpresas, mas há outros que nos deixam tão tristes, não acha? Aconteceram tantos imprevistos ultimamente. Mas não vou lamentar tanto, porque se o fizer ficarei ainda pior.
O que eu queria é sentir teu rosto tocando meu rosto. Você sabe. E os dias vão passando. E eu vou pensando. E vou tentando saber se a morte é libertar minha alma, ou é deixar de existir. Se é perder tudo aquilo que conquistei, ou se é nunca mais poder buscar o que não busquei ainda. Se é um dia encontrar com você num lugar infinito, ou se é me perder de vez.
orrer ou não morrer: eis a questão!
Mas ainda digo: tenho tantos planos que morrer talvez seja difícil agora.
Difícil de me entender, né?
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
MOMENTO POÉTICO 02
>>Preciso tanto de ti
em janeiro de 2006
Preciso tanto de ti,
não tens idéia do quanto,
pois tu não sais de mim.
Porque eu te amo,
Sim, eu sei,
Eu te amo...
Não suporto pensar em distância,
e não suporto pensar em solidão.
Você é minha vida.
Imagino, portanto, acordar todo dia ao teu lado,
Imagino suspirar no teu pescoço, no teu ouvido.
Rir contigo e rir pra ti.
Olhar nos teus olhos e não cansar de falar que te amo
e mais uma vez, que amo você.
Ainda não sinto teu corpo no meu...
Mas me alegro quando penso em teu rosto,
em tua voz, nos olhos, no lindo sorriso.
Eu penso tanto...
Penso em ti; em nós dois...
Sei que é difícil, mas vamos nos encontrar.
Então vou te beijar,
e te abraçar...
Preciso te sentir, sentir teu calor,
tua alegria, tua amizade,
teu amor...
Sentir você bem perto de mim,
bem em frente a mim.
Por quê?
Porque preciso tanto de ti,
não tens idéia do quanto...
by Júnior Magrafil
>>Dois
Dois lados servis
Dois lados que mandam
Dois lados de uma mesma moeda.
Dois destinos em comum
Meu lado bom; meu lado mau.
Duas vidas.
Duas mortes!
A desordem, a confusão;
e ao mesmo tempo, organização.
Não sei o que pensar:
São dois lados de um mesmo coração.
Dois.
Dois caminhos, uma só decisão.
Dois.
Dois amores que se completam
Dois amores que se desejam .
Dois lugares distantes
Duas mentes em comum.
Dois.
De dois, há um só instante
Unindo duas formas de visão.
Dois.
Nós somos dois.
Não mais que isso
Não menos que dois.
Há vezes em que sou um,
há, porém, outras, em que sou dois.
Porque sou o outro.
Sou assim: sou dois.
Um conflito intrínseco.
Dois.
Número perfeito
Pra quem não sabe quem realmente é.
by Júnior Magrafil
em janeiro de 2006
Preciso tanto de ti,
não tens idéia do quanto,
pois tu não sais de mim.
Porque eu te amo,
Sim, eu sei,
Eu te amo...
Não suporto pensar em distância,
e não suporto pensar em solidão.
Você é minha vida.
Imagino, portanto, acordar todo dia ao teu lado,
Imagino suspirar no teu pescoço, no teu ouvido.
Rir contigo e rir pra ti.
Olhar nos teus olhos e não cansar de falar que te amo
e mais uma vez, que amo você.
Ainda não sinto teu corpo no meu...
Mas me alegro quando penso em teu rosto,
em tua voz, nos olhos, no lindo sorriso.
Eu penso tanto...
Penso em ti; em nós dois...
Sei que é difícil, mas vamos nos encontrar.
Então vou te beijar,
e te abraçar...
Preciso te sentir, sentir teu calor,
tua alegria, tua amizade,
teu amor...
Sentir você bem perto de mim,
bem em frente a mim.
Por quê?
Porque preciso tanto de ti,
não tens idéia do quanto...
by Júnior Magrafil
>>Dois
Dois lados servis
Dois lados que mandam
Dois lados de uma mesma moeda.
Dois destinos em comum
Meu lado bom; meu lado mau.
Duas vidas.
Duas mortes!
A desordem, a confusão;
e ao mesmo tempo, organização.
Não sei o que pensar:
São dois lados de um mesmo coração.
Dois.
Dois caminhos, uma só decisão.
Dois.
Dois amores que se completam
Dois amores que se desejam .
Dois lugares distantes
Duas mentes em comum.
Dois.
De dois, há um só instante
Unindo duas formas de visão.
Dois.
Nós somos dois.
Não mais que isso
Não menos que dois.
Há vezes em que sou um,
há, porém, outras, em que sou dois.
Porque sou o outro.
Sou assim: sou dois.
Um conflito intrínseco.
Dois.
Número perfeito
Pra quem não sabe quem realmente é.
by Júnior Magrafil

Auto do Visitante do Inferno
Você sabe escolher? Você re-al-men-te sabe escolher? Pense bem antes de responder...
Sebastião era um homem sem estudo, mas sadio, de boa aparência e tinha muita sorte na vida. Vivia ele, dizendo por suas próprias palavras, uma “vida tranqüila, sem grandes alardios, fazendo somente aquilo que tinha vontade”. Um dia, porém, a Morte lhe chega. “Êta cabôco de sorte!”: ele podia escolher entre o Céu e o Inferno, era uma promoção daquelas de que se ganha apenas um em um milhão.
E aquela vida tranqüila que tinha – vida comandada a bel prazer pelo dinheiro, “bufunfa, faz-me rir, tutu, verdinha, etc.” e tudo mais que seja dito como coisas fáceis e prazerosas – não a teria mais.
Esperto, pediu para, antes de decidir-se, conhecer os dois lugares. “Cabra fulêro!”, mais uma vez ganhou na sorte: a Morte aceitou seu pedido e foi conhecer as instalações.
Bem, no Céu não encontrou nada. Só gente rezando. Já no Inferno ele só desfrutou: “Marrapá, qui diferença!”. Provou mulheres lindas, experimentou banquetes e saboreou muito drink e wiscky (muda-se os verbos de ordem e não se altera o produto...)
Rapaz, assim você já deve imaginar onde ele ficou, né? “Imagina! Oxe, trocá um lugar bão desse, com muié, cumida e bebida de graça, por outro onde só se vê reza!”, disse Sebastião entusiasmado.
Foi então que se decidiu de fato: “Que isso, seu ‘Tinhoso’, vô ficar aqui mermo, é um pouco escuro, mas a gente güenta, né!”. Então já viu; ele ficou no Inferno mesmo.
Pensavas que a história acabaria por aqui? Ainda não terminou! Mal sabia Sebastião o que sua decisão acarretaria: as formosas mulheres que lhe foram apresentadas, agora mais pereciam filhotes de dragão; bebida? Ah, meu amigo! Agora só lhe restara o balde de água suja da semana; e comida? Ô! Pão seco.
Indignado, Sebastião foi exclamar ao Diabo toda sua fúria: “Seu ‘Tinhoso’, pruquê qui tudo mudô? Quede as muié, quede as bebida, quede tudo que eu ganhava!?”. Assim, lhe disse, o Diabo: “Ah, meu amigo! Você agora é morador e não visitante!”.
by Júnior Magrafil.
Sebastião era um homem sem estudo, mas sadio, de boa aparência e tinha muita sorte na vida. Vivia ele, dizendo por suas próprias palavras, uma “vida tranqüila, sem grandes alardios, fazendo somente aquilo que tinha vontade”. Um dia, porém, a Morte lhe chega. “Êta cabôco de sorte!”: ele podia escolher entre o Céu e o Inferno, era uma promoção daquelas de que se ganha apenas um em um milhão.
E aquela vida tranqüila que tinha – vida comandada a bel prazer pelo dinheiro, “bufunfa, faz-me rir, tutu, verdinha, etc.” e tudo mais que seja dito como coisas fáceis e prazerosas – não a teria mais.
Esperto, pediu para, antes de decidir-se, conhecer os dois lugares. “Cabra fulêro!”, mais uma vez ganhou na sorte: a Morte aceitou seu pedido e foi conhecer as instalações.
Bem, no Céu não encontrou nada. Só gente rezando. Já no Inferno ele só desfrutou: “Marrapá, qui diferença!”. Provou mulheres lindas, experimentou banquetes e saboreou muito drink e wiscky (muda-se os verbos de ordem e não se altera o produto...)
Rapaz, assim você já deve imaginar onde ele ficou, né? “Imagina! Oxe, trocá um lugar bão desse, com muié, cumida e bebida de graça, por outro onde só se vê reza!”, disse Sebastião entusiasmado.
Foi então que se decidiu de fato: “Que isso, seu ‘Tinhoso’, vô ficar aqui mermo, é um pouco escuro, mas a gente güenta, né!”. Então já viu; ele ficou no Inferno mesmo.
Pensavas que a história acabaria por aqui? Ainda não terminou! Mal sabia Sebastião o que sua decisão acarretaria: as formosas mulheres que lhe foram apresentadas, agora mais pereciam filhotes de dragão; bebida? Ah, meu amigo! Agora só lhe restara o balde de água suja da semana; e comida? Ô! Pão seco.
Indignado, Sebastião foi exclamar ao Diabo toda sua fúria: “Seu ‘Tinhoso’, pruquê qui tudo mudô? Quede as muié, quede as bebida, quede tudo que eu ganhava!?”. Assim, lhe disse, o Diabo: “Ah, meu amigo! Você agora é morador e não visitante!”.
by Júnior Magrafil.
sábado, 2 de dezembro de 2006
CONTO: Um passeio sem você
Conto: Um passeio sem você
Andei por toda a cidade.
Estava num carro.
Mas o que faltava? Você ao meu lado.
Era estranho ver o tempo passar sem dar a mínima atenção a ele.
É estranho, ainda.
Mas isso aconteceu porque minha atenção estava completamente voltada pra você.
O carro ia pela avenida – imensa avenida! – parecia a minha vida: lá longe um destino, mas estava tão longe que foi preciso correr, mas correndo, com essa louca velocidade, tinha medo de me dar mal. Podia sofrer um acidente e me acabar de vez, e aí te perder.
Então o melhor era desacelerar, às vezes até parei completamente, e quando vi, quando dei por mim, o fim ainda estava muito longe – inalcançável.
Depois do surto, voltei a mim e pensei em você outra vez. Nos prédios não via nada de interessante. Nenhum era tão bonito. Meus compromissos ficaram secundários em minha mente, naquele minuto, porque meu compromisso maior é você.
O que acha disso? Bom, na verdade, nem precisa me responder, fico feliz pensando que sou totalmente correspondido. Isso me basta.
Enquanto o vento mormacento que entrava pela janela do carro em movimento soprava em meu rosto tentando aliviar o calor que eu sentira, o meu corpo inerte sentado no banco esperava um instante perfeito pra levantar e ir de encontro ao teu. Minha mão inquietava-se de vontade de abrir aquela porta pra encontrar teu rosto e acariciá-lo. Depois sentir um beijo carinhoso teu em minha mão direita. Prefiro a direita pra sempre termos sorte, mas quem sabe mesmo é você.
No entanto sair dali era impossível, não podia sair sozinho. Estava de carona.
Ah! Um dia, quando o carro for meu, pode esperar...vou te levar pra conhecer bem de perto a alegria de quem sabe te amar.
Andei por toda a cidade.
Estava num carro.
Mas o que faltava? Você ao meu lado.
Era estranho ver o tempo passar sem dar a mínima atenção a ele.
É estranho, ainda.
Mas isso aconteceu porque minha atenção estava completamente voltada pra você.
O carro ia pela avenida – imensa avenida! – parecia a minha vida: lá longe um destino, mas estava tão longe que foi preciso correr, mas correndo, com essa louca velocidade, tinha medo de me dar mal. Podia sofrer um acidente e me acabar de vez, e aí te perder.
Então o melhor era desacelerar, às vezes até parei completamente, e quando vi, quando dei por mim, o fim ainda estava muito longe – inalcançável.
Depois do surto, voltei a mim e pensei em você outra vez. Nos prédios não via nada de interessante. Nenhum era tão bonito. Meus compromissos ficaram secundários em minha mente, naquele minuto, porque meu compromisso maior é você.
O que acha disso? Bom, na verdade, nem precisa me responder, fico feliz pensando que sou totalmente correspondido. Isso me basta.
Enquanto o vento mormacento que entrava pela janela do carro em movimento soprava em meu rosto tentando aliviar o calor que eu sentira, o meu corpo inerte sentado no banco esperava um instante perfeito pra levantar e ir de encontro ao teu. Minha mão inquietava-se de vontade de abrir aquela porta pra encontrar teu rosto e acariciá-lo. Depois sentir um beijo carinhoso teu em minha mão direita. Prefiro a direita pra sempre termos sorte, mas quem sabe mesmo é você.
No entanto sair dali era impossível, não podia sair sozinho. Estava de carona.
Ah! Um dia, quando o carro for meu, pode esperar...vou te levar pra conhecer bem de perto a alegria de quem sabe te amar.
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